quarta-feira, 3 de junho de 2009

Veja a biografia de Benjamin Franklin

Benjamin Franklin foi a mais nova de 17 crianças nascidas dos dois casamentos de Josiah Franklin, comerciante de velas de cera. Jornalista e tipógrafo desde os 15 anos, começou no jornal de seu irmão James, "The New England Courant", em Boston.

Em 1729, comprou o "Pennsylvania Gazette". Seu grande sucesso como editor foi o Almanaque do Pobre Ricardo. Publicado a partir de 1732, o anuário de informações gerais era cheio dos provérbios de Franklin, como: "um tostão poupado é um tostão ganhado". Neste período, além de editor, liderou o grupo que criou a primeira biblioteca pública da Filadélfia. Foi também um dos fundadores da Universidade da Pensilvânia, onde ergueu o primeiro hospital público da colônia que seria os Estados Unidos.

Em 1748, vendeu a editora para se tornar cientista em tempo integral. Suas descobertas sobre a eletricidade lhe trouxeram uma reputação internacional. Além de ser eleito membro da Royal Society, ganhou a medalha Copley em 1753 e seu nome passou a designar uma medida de carga elétrica. Franklin identificou as cargas positivas e negativas e demonstrou que os trovões são um fenômeno de natureza elétrica. Esse conhecimento serviu de base para seu principal invento, o pára-raios. Ele criou também o franklin stove (um aquecedor a lenha muito popular) e as lentes bifocais.

Franklin revolucionou a meteorologia. Com base em conversas com agricultores notou que a mesma tormenta percorria várias regiões. Assim, criou mapas meteorológicos semelhantes aos usados ainda hoje para substituir os gráficos usados até então.

O inventor provou ser ainda um hábil administrador público, porém, usava a influência em favor de familiares. O seu mais notável feito no governo foi a reforma do sistema postal. Foi embaixador das colônias no Reino Unido e, depois da independência, representante dos Estados Unidos na França, onde se tornou uma figura popular na sociedade parisiense.

Em 1785, Franklin foi chamado de volta aos Estados Unidos e honrado com um retrato pintado por Joseph Siffred Duplessis para a Galeria do Retrato Nacional, do Instituto Smithsoniano, em Washington, como um dos heróis da independência. Ele participara da redação da "Declaração de Independência" e da Constituição. Engajou-se na campanha abolicionista e continuou com a popularidade em alta. Quando morreu, aos 84 anos, o funeral foi acompanhado por 20 mil pessoas.

Quem descobriu a eletricidade?

Benjamin Franklin. Num espaço de poucos anos ele fez descobertas sobre a eletricidade que lhe trouxeram uma reputação internacional. Franklin identificou as cargas positivas e negativas e demonstrou que os trovões são um fenômeno de natureza elétrica.

Franklin tornou esta teoria inesquecível através da experiência extremamente perigosa de fazer voar um papagaio durante a trovoada, em 5 de junho de 1752. Tem sido questionado recentemente se Franklin efetuou esta experiência ou não. A questão permanece controversa.

Fonte(s):

Wikipedia

Como surgiu a eletricidade?


A eletricidade não foi inventada , pois sempre existiu na Natureza. O que se inventaram foram processos de a “produzir” artificialmente.

A forma mais visível de manifestação da eletricidade é uma trovoada.

A trovoada resulta de descargas elétricas no ar ou entre o céu e a terra.

Uma maneira muito menos violenta de produzir eletricidade é friccionar um pente num tecido de lã. O pente fica capaz de atrair pequenos pedaços de papel. Pode atrair o cabelo quando este está seco.

Há mais de 2000 anos, já os antigos gregos conheciam esta propriedade quando friccionavam o âmbar.

A primeira máquina elétrica geradora de eletricidade (por fricção) foi construída no século XVII pelo alemão Otto von Guericke e era constituída por uma esfera de enxofre com um eixo ligado a uma manivela. Girando a manivela, a esfera friccionava um pano de lã e produzia eletricidade da mesma forma que a descrita com o pente.

As experiências com a eletricidade continuaram e prolongaram-se pelo século XVIII. Por esta época, os fenómenos elétricos eram mal conhecidos, assim como os seus perigos. A eletricidade tornou-se moda e era usada para animar festas na alta sociedade e em recintos públicos, onde as pessoas se dispunham a receber choques elétricos por diversão. A primeira vítima conhecida de experiências com eletricidade foi um pardal. O infeliz animal sucumbiu a um choque elétrico durante uma experiência realizada pelo padre Nollet, quando estudava a possibilidade de utilizar os choques elétricos para tratar doentes paralíticos. O choque foi produzido pela chamada garrafa de Leida, criada em 1745, que podia ser carregada com eletricidade. Esta garrafa é a precursora dos hoje denominados capacitores, componente muito utilizado em eletrônica.

Antes do aparecimento da garrafa de Leida, a energia eléctrica produzida era gasta de imediato. Outra forma de armazenamento surgiu com a utilização da energia química. O primeiro aparelho deste tipo foi a pilha de Volta, precursora das atuais pilhas. O acumulador de chumbo foi inventado por Planté e permite a carga e descarga sucessivas. É utilizado naquilo que se chama bateria. Hoje em dia há mais tipos de baterias.

Os geradores eletromagnéticos permitiram produzir eletricidade em grandes (e também em pequenas) quantidades.

O inglês Michael Faraday descobriu em 1832 um fenómeno chamado de indução eletromagnética que está na base do funcionamento do gerador eletromagnético de corrente elétrica.

Este tipo de gerador desenvolveu-se a partir desta data. O inventor que construiu a primeira máquina, ainda em 1832, foi P.M. Quem era ? Não se sabe. Esta máquina produzia corrente alternada. No mesmo ano outro inventor construiu um gerador de corrente contínua .

O alternador (nome por que é conhecido o gerador de corrente alternada) é a máquina mais usada para produzir eletricidade, existindo em todas as centrais elétricas desde as hidroelétricas até às nucleares.

Você pode encontrar mais sobre eletricidade klicando aqui

segunda-feira, 1 de junho de 2009

como funciona aeletricidade?

A eletricidade nos cerca por todos os lados. Para a maioria das pessoas, a vida moderna seria praticamente impossível sem ela. Veja aqui alguns exemplos:

  • Em todas as partes da casa, você provavelmente encontra tomadas onde pode ligar todo tipo de eletrodomésticos.
  • A maioria dos aparelhos portáteis precisa de baterias, que produzem uma quantidade variável de eletricidade, dependendo de seu tamanho.
  • Durante uma tempestade, gigantescos "deslocamentos" de eletricidade, normalmente chamados de relâmpagos, são disparados do céu.
  • Em uma escala muito menor, você pode levar choques de eletricidade estática em dias secos de inverno.
  • É fácil criar eletricidade com a luz do sol usando uma célula solar ou até mesmo criá-la a partir da energia química do hidrogênio e oxigênio usando uma célula de combustível.

Mas o que é a eletricidade? De onde ela vem e por que pode fazer tantas coisas diferentes?

A eletricidade que obtemos nas tomadas e baterias pode fornecer energia para diferentes tipos de aparelhos.

É difícil imaginar pessoas no mundo moderno vivendo sem eletricidade. Na falta de eletricidade, voltamos a usar lareiras para obter calor, fogões a lenha para cozinhar, velas para iluminar, réguas de cálculo para fazer contas mais complicadas e para falar a longa-distância só nos restam cartas e cartões postais.

A eletricidade começa com elétrons. Se você leu Como funcionam os átomos, sabe que cada átomo contém um ou mais elétrons. Sabe também que os elétrons têm uma carga negativa.

Em muitos materiais, os elétrons são fortemente ligados aos átomos: madeira, vidro, plástico, cerâmica, ar, algodão, todos são exemplos disso. Como os elétrons não se movem, esses materiais quase não conduzem eletricidade. São o que chamamos de isolantes elétricos.

Por outro lado, a maioria dos metais têm elétrons que podem se separar de seus átomos e se mover. Estes são chamados elétrons livres. Ouro, prata, cobre, alumínio e ferro, entre outros, contêm elétrons livres. Eles ajudam a eletricidade a fluir por esses materiais, que são conhecidos como condutores elétricos, por conduzirem eletricidade. Os elétrons em movimento transmitem energia elétrica de um ponto a outro.

Geradores

A eletricidade precisa de um condutor para se mover. Assim como é necessário algo para fazê-la fluir através do condutor. Uma maneira de fazer com que a eletricidade seja conduzida é usar um gerador. Os geradores usam um ímã para fazer os elétrons se moverem.

Há uma conexão explícita entre eletricidade e magnetismo. Se você deixar os elétrons se moverem por um fio, eles criam um campo magnético ao redor dele (veja Como funcionam os motores elétricos e Como funcionam os eletroímãs para mais detalhes). De maneira similar, se você mover um ímã perto de um fio, o campo magnético fará com que seus elétrons se movam.

Um gerador é um aparelho simples que move um ímã perto de um fio para criar um fluxo estável de elétrons.

Uma maneira simples de pensar em um gerador é imaginá-lo atuando como uma bomba d'água. Ao invés de água, o gerador usa o ímã para produzir elétrons. Isso é uma simplificação exagerada, mas uma analogia útil.

Há duas coisas que uma bomba d'água pode fazer com a água:

  1. Mover um certo número de moléculas de água.
  2. Aplicar uma certa pressão sobre as moléculas de água.

Da mesma maneira, o ímã em um gerador pode:

  1. Deslocar um certo número de elétrons.
  2. Aplicar uma certa "pressão" sobre os elétrons.

Em um circuito elétrico, o número de elétrons em movimento é chamado amperagem ou corrente, que é medida em ampères. A "pressão" sobre os elétrons é chamada voltagem e é medida em volts. Por isso, você pode ouvir alguém dizer: "se você girar o gerador a 1.000 rpm, pode produzir 1 ampère em uma tensão de 6 volts". Um ampere é o número de elétrons em movimento (fisicamente, 1 ampère significa que 6,24 x 1018 elétrons se movem por um fio a cada segundo). A voltagem, por sua vez, é a quantidade de pressão sobre esses elétrons.

Circuitos elétricos
Independentemente de estar usando uma bateria, uma célula de combustível ou uma célula solar para produzir eletricidade, há três coisas que permanecem as mesmas:

  • A fonte de eletricidade terá dois terminais: um positivo e um negativo.

  • A fonte de eletricidade (mesmo sendo um gerador, bateria, etc.) vai tentar deslocar elétrons para fora de seu terminal negativo com uma certa voltagem. Por exemplo, uma pilha AA desloca elétrons a 1,5 volts.

  • Os elétrons precisam fluir do terminal negativo para o terminal positivo através de um fio de cobre ou outro condutor. Quando há um caminho que vai do terminal negativo para o positivo, há um circuito e elétrons podem correr pelo fio.

  • Você pode conectar um dispositivo de qualquer tipo (uma lâmpada, um motor, uma TV, etc.) no meio do circuito. A fonte de eletricidade vai fornecer energia para o dispositivo e este, por sua vez, irá fazer seu trabalho (criar luz, girar um eixo, gerar imagens, etc.).

Circuitos elétricos podem ser bastante complexos. Mas você sempre terá uma fonte de eletricidade (uma bateria, etc.), um dispositivo (lâmpada, motor, etc.), e dois fios para carregar eletricidade entre a bateria e o dispositivo. Os elétrons se movem da fonte para o dispositivo, e novamente de volta à fonte.

Os elétrons em movimento possuem energia. E, movendo-se de um ponto a outro, podem fazer muitos trabalhos. Em uma lâmpada incandescente, por exemplo, a energia dos elétrons é usada para gerar calor e o calor cria luz. Em um motor elétrico, a energia nos elétrons cria um campo magnético e este campo pode interagir com outros ímãs (por atração e repulsão magnéticas) para criar movimento. Cada aparelho elétrico usa a energia dos elétrons de alguma maneira para criar um efeito colateral útil.

Esta materia foi retirada do site: comotudofunciona

Neste site você pode encontrar inumeros conteudos, confira lá!

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Bem vindo a nossa pagina.

Você com certeza ficou curioso para saber o que significa twoele?

two é referente a o número que se refere a ordem da equipe (02)
ele é referente as primeiras letras do conteúdo que estamos estudando (eletricidade)